


"Como eu vivi em Angola durante 7 anos, para mim era bem natural a forma de carregar os bebês através de um pano amarrado ao corpo da mãe. Inclusive carreguei meu primeiro filho, Yago, algumas vezes desta forma quando estava lá, mas como o pano era preso às costas apenas por um 'nó falso', isto fazia com que não me sentisse segura o suficiente e tinha medo que meu pequeno escorregasse... Mas percebia que ele adorava e ficava super tranqüilo quando eu o fiz e quando alguma babá dele o colocava desta forma, enquanto exercia suas outras atividades diárias, como cuidar das roupinhas dele.Através de um amigo, antes de engravidar, conheci os Slings Casulinho e achei o máximo, uma bela adaptação do que eu já havia visto em África, e já sabia que iria usar quando engravidasse novamente. Quando tivemos a bela notícia de que Nina estava sendo formada dentro do seu próprio 'casulinho uterino', já comecei a pensar em adquirir um sling, pensando muito no meu bem-estar e na vantagem que é dar colo ao mesmo tempo em que você fica com as mãos livres para fazer outras atividades.
Porém, ao conhecer – e me identificar completamente – com a Teoria da Extero-Gestação, foi que vi que, além de prático para a mãe, o sling é essencial para o desenvolvimento de um bebê tranqüilo e feliz, em função deste contato direto com a mãe. Adquiri dois Casulinhos, e já estamos decidindo quais os novos modelos que iremos usar. Até agora, nem passa pela nossa cabeça comprar um carrinho de bebê.
Nina foi colocada pela primeira vez em um Casulinho no dia em que nasceu, e se adaptou de primeira - óbvio. Hoje que ela só dorme bem suas sonequinhas diurnas se for dentro de um sling, e não foi porque eu forcei, é que ela simplesmente não dorme mais de meia hora em outro lugar, enquanto fica facilmente dormindo sossegada por duas horas seguidas (no mínimo) dentro de seu Casulinho. E tenho certeza que o colinho 'exagerado' que damos a ela dentro de seus slings são co-responsáveis pela fama que nossa pequena já adquiriu, aos 2 meses de idade – a de que é uma bebê tão tranquila e feliz, que nem parece que tem bebê em casa, pois ninguém escuta seu choro."
Paty Arouca, de acordo com a própria descrição, é "mãe de Yago, nascido há 5 anos, e agora está lambendo a nova cria: Nina, bem nascida no dia 19/10/09, acompanhada pelo maridão Márcio e pelas equipes do CAIS do Parto e ISHTAR, em um parto domiciliar perfeito em Recife (PE)". Muito obrigada pelo seu depoimento lindo, moça. Tem certos retornos que a gente recebe aqui que não têm preço, e fazem com que a gente acredite que nosso trabalho é mais que só um trabalho - é uma missão. Cheiro pros quatro, que estão no momento de boreste em Salvador. Eta vida difícil, hehehe...
2 comentários:
Adorei a matéria.
Super Paty, sucesso sempre!
Super Paty,
Adoramos a matéria. Pode ficar certa que seguiremos seu exemplo, com a chegada de nossa filha Maira.
E viva o Slings Casulinho!
Beijão e sucesso!
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